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3/30/2007
Vi um filme certa vez, o sujeito, um tio velho que todos gostavam e parava muito pouco quando visitava seus parentes...
O motivo, é que suas piadas e histórias eram limitadas, para não cansar e manter sempre o interesse, parava pouco em cada lugar.
Será por isso que meus avós eram tão interessantes? Porque quase não os viamos, nunca ficavam mais que 1 dia ou 2 em nossa casa, ficavam desambientados, e nunca juntos, o comércio, etc, etc.
Meu avô ficava mais, eu gostava de suas histórias, nunca eram o suficiente, e ele partia. Um dia, quando eu tinha lá pelos meus 12 anos, partiu para sempre. Minha avó durou mais 3 anos. Lembro dela sentada em uma mesa comprida na sua cozinha, contando sobre o passado, minha memória me trai e eu não lembro quase nada sobre o que dizia, só lembro o fato de ouvirmos como que hipnotizados.
E como era uma casa de matriarca, sempre estavam entrando e saindo pessoas, na maioria parentes. Bons tempos.
Mas voltando ao filme, a distância mantém o mistério, mantém o interesse e a curiosidade... Aviva a imaginação.
Talvez eu não deva voltar.
Meu primeiro emprego como engenheiro foi em uma empresa de engenharia.
No setor de cópias só trabalhavam negros (estou tentando ser politicamente correto), eles apelidaram o próprio setor de senzala; eram os mais farristas da empresa, organizar festas era com eles mesmo.
O rapaz que atendia o pessoal estava sempre de mal humor, sempre resmungando, mas era da boca pra fora, e tinha um senso de "humor mal humorado"; quando perguntado o porque de estar de cara feia sempre respondia a mesma coisa: "O duro não é ser preto, o duro é ter que conviver com esse bando de negão".
A empresa foi assaltada certa vez, o banco ficava ao lado do setor de cópias no subsolo da empresa.
E quando perguntaram a ele sobre o assalto:
"Pô, disseram que você ficou branco".
"Pois é, só assim mesmo, eu fiquei branco, e o resto dos negões ficaram todos escondidinhos lá para dentro, bando de covardes".
Sempre tinha, churrasco, pagode e futebol...
3/29/2007
"Não é racismo se insurgir contra branco, diz ministra".
De Denise Bacoccina - BBC Brasil
BRASÍLIA - A ministra Matilde Ribeiro, titular da Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Racial (Seppir), diz que considera natural a discriminação dos negros contra os brancos.
Em entrevista à BBC Brasil para lembrar os 200 anos da proibição do comércio de escravos pelo Império Britânico, tido como o ponto de partida para o fim da escravidão em todo o mundo, ela disse que "não é racismo quando um negro se insurge contra um branco".
Ribeiro disse que ainda vai demorar até que as políticas públicas implantadas nos últimos anos comecem a dar resultados concretos e diminuam a diferença econômica e social entre as populações branca e negra do país. “Ainda temos muito o que fazer”, afirma, enumerando ações que já começaram, como na área de educação e saúde.
Ela diz que, embora a abolição da escravatura tenha chegado atrasada ao Brasil, hoje o país tem uma das legislações mais avançadas do mundo em relação a direitos iguais, mas ainda falta uma mudança de postura da sociedade.
BBC Brasil - De acordo com as estatísticas, a proporção de negros abaixo da linha da pobreza na população brasileira é de 50%, enquanto entre os brancos é de 25%. Quando isso vai começar a mudar?
Matilde Ribeiro - As ações neste momento ainda são na ordem da estruturação das políticas. Por exemplo, no Ministério da Saúde estamos incluindo o quesito cor nos formulários.
"Precisamos ter referência do que adoece e morre a população brasileira, para poder ter programas específicos.
BBC Brasil - A secretaria já tem quatro anos, o que se pode perceber de resultado prático neste período?
Matilde Ribeiro - Na educação, uma lei de 2003 obriga o ensino da história e cultura afro-brasileira para as crianças, desde o início. O processo de implementação está em curso. É muito difícil ter números, resultados concretos. Mas já tem alguns resultados. Por exemplo, o (programa) Prouni, de bolsas de estudos para alunos carentes de escolas, já concedeu em menos de três anos mais de 200 mil bolsas no Brasil, dos quais 63 mil negros e 3 mil indígenas.
BBC Brasil - E em quanto tempo a senhora acha que poderemos ter uma situação de igualdade, onde as pessoas sejam julgadas pelo mérito, independentemente da raça?
Matilde Ribeiro - O Brasil tem 507 anos. Há quase 120 anos, em 1888, foi assinado um decreto como este que o presidente assinou dizendo que não havia mais escravidão no Brasil. Só que não houve uma seqüência. Hoje, o fato de os negros e os indígenas serem os mais pobres entre os pobres é resultado de um descaso histórico. Então fica muito difícil hoje afirmar quanto tempo.
BBC Brasil - Como o Brasil se coloca no contexto internacional? O Brasil gosta de pensar que não tem discriminação e gosta de se citar como exemplo de integração. É assim que a senhora vê a situação?".
Matilde Ribeiro - É o seguinte: chegaram os europeus numa terra de índios, aí chegaram os africanos que não escolheram estar aqui, foram capturados e chegaram aqui como coisa. Os indígenas e os negros não eram os donos das armas, não eram os donos das leis, não eram os donos dos bens de consumo. A forma que eles encontraram para sobreviver não foi pelo conflito explícito. No Brasil, o racismo não se dá por lei, como foi na África do Sul. Isso nos levou a uma mistura. Aparentemente todos podem usufruir de tudo, mas na prática há lugares onde os negros não vão. Há um debate se aqui a questão é racial ou social. Eu diria que é as duas coisas.
BBC Brasil - E no Brasil tem racismo também de negro contra branco, como nos Estados Unidos? Matilde Ribeiro - Eu acho natural que tenha. Mas não é na mesma dimensão que nos Estados Unidos. Não é racismo quando um negro se insurge contra um branco. Racismo é quando uma maioria econômica, política ou numérica coíbe ou veta direitos de outros. A reação de um negro de não querer conviver com um branco, ou não gostar de um branco, eu acho uma reação natural, embora eu não esteja incitando isso. Não acho que seja uma coisa boa. Mas é natural que aconteça, porque quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou.
Ué, ainda continuam açoitando o pessoal? Disso eu não sabia... Estou por fora do que anda acontecendo no Brasil.
BBC Brasil - Este mês, a Inglaterra comemora os 200 anos da proibição do comércio de escravos, coisa que no Brasil só aconteceu muito tempo depois. O Brasil ainda continua atrasado nesta área?".
Matilde Ribeiro - Não, nós temos acompanhado os fóruns internacionais. O Brasil é um dos países mais progressistas neste aspecto de legislação e de ação efetiva. A legislação no Brasil é extremamente avançada. Não é pela via legal que o racismo acontece. O que falta é mudança de postura das pessoas. Não adianta só o governo fazer. Muito já foi feito, mas como você disse no início: alterou os índices? Ainda não, portanto temos muito a fazer".
Mas não vamos esquecer que o Império Britânico afundava os navios negreiros com "a carga" dentro...
Negócio meio esquisito esse, em um país onde quase toda a população tem um pezinho na senzala, fica estranho esse negócio de "isto" é racismo, "aquilo" não. Racismo é racismo, preconceito também, não importa que lado venha... Aliás, se temos o pezinho dentro da senzala (ou o pezão, eu calço 44), não estamos todos dentro do mesmo barco?
"Cientistas dizem ter criado uma ovelha '15% humana'". O Globo Online
"RIO - Dez anos após a apresentação do primeiro mamífero clonado do mundo - a ovelha Dolly - cientistas anunciaram ter ido mais longe, com a criação de primeira ovelha-quimera: um animal com 15% de células e humanas e 85% de células animais, segundo informou o jornal "Daily Mail" na edição desta segunda-feira.
Esmail Zanjani, professor da Universidade de Nevada (EUA), passou sete anos desenvolvendo a técnica, diferente daquela usada para a criação de Dolly. Nela, injetam-se células humanas adultas em fetos de ovelha. O principal objetivo da equipe de Zanjani é o desenvolvimento de õrgãos humanizados que poderiam ser usados em transplantes. O processo envolveria a extração de células-tronco da medula óssea de um doador e a sua injeção no peritônio de um feto de ovelha. Quando o animal nascesse, dois meses depois, ele teria fígado, coração, pulmões e massa encefálica parcialmente humanos e, teoricamente, disponíveis para transplante. "Tiraríamos poucos gramas de células da medula óssea do paciente", afirmou Zanjani.
A nova técnica será apresentada na terça-feira em um programa da TV britânica Channel 4. No momento, mais de 7.000 pacientes estão esperando por um transplante de órgão na Grã-Bretanha. Dois terços deles devem morrer antes que o procedimento cirúrgico esteja disponível.
Cientistas do King's College, de Londres, e do North East Stem Cell Institute, de Newscastle, já pediram autorização ao governo para trabalharem com quimeras. Entretanto, a ampliação da nova técnica deverá gerar forte repúdio, que vai de questões éticas à possibilidade de vírus silenciosos, que não são maléficos para animais, serem introduzidos na espécie humana.".
Vírus silenciosos, bacana isso, eles vão f... com você sem fazer barulho...
Os cientistas estão fazendo alarde sobre ter uma animal 15% humano, como calcularam esse número? Alguém pode me explicar?
Epa epa epa... E quando eu for em algum restaurante posso estar comendo 15% da perna de algum carneiro que não seja somente carneiro? Será que vão dar o nome da cabrita (opssss, ovelha) que deu origem?
Carneiro, ovelha, cabrito... Deve ser tudo mais ou menos a mesma coisa, todos fazem méééé´. Vou verificar com a Bruna e a Renata, depois explico a diferença, de uma coisa eu sei, são mamíferos, quadrúpedes, tem pelos e cheiram mal.
Por falar nisso, conhecemos um barbudo que não é ovelha, tem mais jeito de bode, vive dizendo méééé; esse não é mamífero, pelos menos não mais, já que o seu negócio é álcool, quadrúpede também, e tem ares de Hitchcock... Pensa que o povo é gado.
Tá... Eu sou malvado mesmo. Assumo.
3/28/2007
http://www.unicef.org/brazil/lista_projetos06.htm
Para fazer valer os direitos de todas as crianças e adolescentes brasileiros, o UNICEF investe financeiramente em projetos que garantem os direitos de crianças e adolescentes no Brasil. Além dessa transferência direta de recursos, o UNICEF apóia a compra e a produção de materiais e a contratação de técnicos para consultorias.
O UNICEF também apóia tecnicamente outras dezenas de projetos. Nossos especialistas ajudam no desenvolvimento de métodos educacionais, na definição do perfil das crianças, adolescentes e famílias a serem atendidas, e no acompanhamento, controle e avaliação dos projetos apoiados.
Confira aqui alguns projetos que receberam recursos neste ano:
PROJETOS NACIONAIS
Parceiro: Associação Brasileira Terra dos Homens Projeto: Rede Nacional de Acolhimento Familiar - Implementação de pólos de referência
Parceiro: Agência de Notícias dos Direitos da Infância – Andi Projeto: Mídia e Controle Social - A Agenda da Infância nas Eleições 2006
Parceiro: Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária - Cenpec Projeto: Programa Educação e Participação no Município
Parceiro: Instituto Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil – Inpeti Projeto: Contribuindo e Mobilizando para a Efetivação de Políticas e Programas de Erradicação do Trabalho Infantil
Parceiro: Liberdade de Expressão e RGE Projeto: Rádio pela Infância
Parceiro: Sociedade Brasileira de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente - Fórum DCA Projeto: Qualificação da Intervenção da Sociedade Civil na Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente
ALAGOAS
Parceiro: Centro de Educação Ambiental São Bartolomeu - Ceasb Projeto: Projeto Guerreiro, Educação, Ambiente e Cidadania
Parceiro: Movimento Pró-Desenvolvimento Comunitário Projeto: Fazer Valer os Direitos das Crianças e Adolescentes em Alagoas
AMAZONAS
Parceiro: Agência Uga-Uga de Comunicação Projeto: Escola Cidadã
BAHIA
Parceiro: Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada - Irpaa Projeto: Inclusão, Universalização e Qualidade da Educação no Semi-árido Brasileiro
CEARÁ
Parceiro: Fundação da Criança e da Família Cidadã - Funci Projeto: Municipalização das medidas socioeducativas em meio aberto em Fortaleza
Parceiro: Instituto de Juventude Contemporânea – IJC Projeto: Sexo seguro
MARANHÃO
Parceiro: Agência de Notícias da Infância Matraca Projeto: Mais comunicação pela infância
Parceiro: Associação Maranhense para a Conservação da Natureza – Amavida Projeto: Educando e Mobilizando Atores Sociais para a Convivência com o Semi-Árido no Maranhão
Parceiro: Associação Municipal de Educação Pré-Escolar de São Luís – Omep Projeto: Qualidade da Educação Infantil no Maranhão
Parceiro: Cedeca - Pe. Marcos Passerini Projeto: Plano Defesa de Direitos e Cidadania
Parceiro: Formação - Centro de Apoio à Educação Básica Projeto: Construindo com adolescentes e jovens maranhenses novas práticas políticas e culturais
Parceiro: Fundação Municipal da Criança e Assistência Social - Fumcas Projeto: Acolher
Parceiro: Fundação Sousândrade de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Federal do Maranhão Projeto: Criança Cidadã Saudável
Parceiro: Grupo de Dança Afro Malungos Projeto: Agô – Fase III
Parceiro: Grupo Solidariedade é Vida Projeto: Juventude Positiva
Parceiro: Instituto da Infância Projeto: Paz juvenil
Parceiro: Procuradoria Geral da Justiça Projeto: Proteger a Infância: uma prioridade do município
Parceiro: Sindicato dos Trabalhadores Domésticos do Estado do Maranhão Projeto: Meninas Livres - em prol da infância e da educação
MINAS GERAIS
Parceiro: Providência Nossa Senhora da Conceição Projeto: Espaço Criança Esperança Aglomerado da Serra
PARÁ
Parceiro: Associação Amigos das Crianças – Ai.Bi Projeto: Centro de Serviços à Família - MEMBIRA
Parceiro: Fundação Especial de Amparo ao Servidor da Universidade do Estado do Pará – Fasuepa Projeto: Educação do Campo na Amazônia Paraense – EDUCAmazônia: Construindo Ações Inclusivas e Multiculturais
Parceiro: Fundação Instituto para o Desenvolvimento da Amazônia – Fidesa Projetos: - Acompanhamento Técnico e Monitoramento da Municipalização das Medidas Socioeducativas em Meio Aberto no Estado do Pará - Agência Unama de Comunicação pelos Direitos das Crianças e dos Adolescentes
Parceiro: Movimento de Repúblicas de Emaús Projetos: - Meninos e Meninas em Defesa do Direito a Educação como Direito Fundamental - Projeto TXAI 2005
PARAÍBA
Parceiro: Associação de Apoio ao Trabalho Cultural, Histórico e Ambiental – Apoitchá Projeto: Fortalecendo a Remar – Comunicação, Protagonismo e Inclusão Social
Parceiro: Casa Pequeno Davi Projeto: Articulação para Construção e Implementação de Políticas de Educação da Criança e do Adolescente
PERNAMBUCO
Parceiro: Centro de Cidadania Umbu-Ganzá Projeto: Educação de qualidade: com respeito à diversidade
Parceiro: Instituto de Desenvolvimento e Assessoria Social - Ideas e Tempo de Crescer Projeto: Saúde na Escola: Tempo de Crescer
Parceiro: Prefeitura Municipal de Olinda Projeto: Política de Atenção Integral para as Crianças e os Adolescentes do Município de Olinda e Região Metropolitana do Recife
PIAUÍ
Parceiro: Ação Social Arquidiocesana - ASA Projeto: Calango: Prevenção e Juventude, uma atitude cidadã
Parceiro: Fundação Municipal de Saúde de Teresina - FMS Projeto: Diagnóstico sobre Competências Familiares em Teresina
Parceiro: União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação do Piauí - Undime/PI Projeto: Rede interinstitucional pela educação no Semi-árido piauiense - Riepi
RIO DE JANEIRO
Parceiro: Centro de Promoção da Saúde – Cedaps Projeto: Clube Comunitário de Adolescentes e Rotas de Fuga
Parceiro: Observatório de Favelas Projeto: Escola de Fotógrafos Populares Imagens do Povo
RIO GRANDE DO NORTE
Parceiro: União dos Dirigentes Municipais de Educação do Rio Grande do Norte - Undime/RN Projeto: Agenda Potiguar pela Alfabetização de Crianças
RIO GRANDE DO SUL
Parceiro: Instituto Amigos de Lucas Projeto: Resgatando o Pertencimento Familiar
SÃO PAULO
Parceiro: Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto - Casa Vida Projeto: Tecer o Futuro
| Para realizar seu trabalho, o UNICEF conta com as contribuições voluntárias de governos estrangeiros, instituições, empresas e pessoas físicas. O dinheiro arrecadado no Brasil é aplicado exclusivamente no País.
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| 3/27/2007
Três arqueiros fizeram uma aposta para saber qual era o melhor. A competição terminou sem o aval do juiz.
O juiz se prontificou a ficar com uma maçâ sobre a cabeça.
O primeiro, um inglês, fez mira e acertou em cheio a maçã, e gritou: "I am MAN".
O segundo, um japonês, fez mira e partiu ao meio a flecha do inglês, e gritou: "I am SAMURAI".
O terceiro, um português, fez mira e acertou o juiz no meio dos olhos, e gritou: "I am SORRY".
3/25/2007
Ela me mandou a seguinte mensagem: "Jogo eu, ou joga você?! Rsss..."
É no que dá falar as coisas para as pessoas. Mas o que falei para ela todo mundo já sabe, então não é segredo.
Mas falando a sério, achei que já tivesse postado isso antes, fui pesquisar no meu blog (este aqui mesmo - ô memória besta a minha) e não achei nada semelhante. Ou estou ficando abestalhado (velho não) ou não postei mesmo. Vá lá então.
Eu tive um gato quando criança, daqueles cinzas, nem sei como foi parar em casa, acho que apareceu e foi ficando.
Morávamos em uma casa que tinha porão, o que significava que uma das janelas era alta. Dos meus 4 anos, devia ser a janela mais alta do mundo.
E o gato voava pela janela algumas vezes por dia, sério. Acho que ele gostava, porque sempre voltava para a casa com o rabo esticado para cima; o rabo era o acessório que nós (eu e o gato) usavamos para contato. Eu o apanhava pelo rabo e íamos os dois para a janela, somente ele pulava (era jogado - melhor dizendo: solto no ar), somente ele tinha a experiência necessária para sempre cair em pé.
Não era maldade, era experiência. Como ele conseguia fazer aquilo? Era extraordinário. Depois vim a descobrir que todos gatos fazem isso...
A xeretice vem de longa data.
Meu pai sumiu com o bichano, que estava ficando magro (stress?), antes que algo pior lhe acontecesse.
Convenhamos que é menos pior que jogar pedras na Cruz...
Depois de um dia mais quente, nevou nesta madrugada, pouco, uns 8cm.
E um cliente chinês parou na minha janela. Eu disse chinês? Acho que não era, devia ser português, porque abriu o teto solar com toda aquela neve em cima do carro...
3/24/2007
Estive conversando com um amigo hoje, falavamos das besteiras que nos acontecia...
Certa vez, depois de duas semanas de provas, meu pai foi me buscar no Mack. Eu estava tão cansado depois de ter saido da última prova e ter passado pela aula de educação física, estavamos descendo a Av. Rebouças, eu com os pés descalços apoiados no painel do carro, paramos no semáforo.
"Semana dura?"
"Foi, não poderia ter sido pior".
"Ah é? Então olha para o carro ao lado".
"Ah não! Isso não".
Dois travestis mal barbeados no taxi ao lado do nosso carro, me encarando... Ele tinha razão, podia ser pior.
3/20/2007
Acordei atrasado... Bom, atrasado é pouco, perdi a aula, ferrado ferrado e meio, o jeito é tentar ajeitar as coisas por aqui. Trezentas coisas para fazer e sem tempo.
Parti para limpar... Eu aqui brigando para colocar as coisas em ordem, não que eu seja bagunceiro, bagunça me irrita, sou é indisciplinado.
Se bem que comparado com o que passa dentro da cabeça, até que o apartamento está em ordem. Do caos sai a ordem, talvez eu ainda tenha salvação.
E ouvindo Gita do Maluco Beleza... Caiu a ficha, hoje faz um ano que estou morando aqui, um ano inteiro na toca.
Um ano sozinho, literal e literariamente só, romântica e isoladamente só (isso é pleonasmo?), real e virtualmente só, sem jardins ou margaridas para cuidar (é maninha, isso é fogo).
Por falar em margaridas, semana que vem começa a Primavera no hemisfério Norte. Na Primavera passada, secaram totalmente. Mas eu cuido de uma planta, que não foi para a Europa, há mais de um ano, continua verde, mas não conversamos (eu e a planta)... Talvez eu vá para o Céu (difícil, mas quem é que sabe?)
Como diz o Dahmer, "virginianos sofrem mais".
Tento tomar cuidado para não virar uma daquelas cobras cheias de veneno que vivem isoladas em buracos no chão.
Preciso morder alguém para ver o que acontece...
3/19/2007
Vindo do Orkut:
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Sorte de hoje: A felicidade está no horizonte da sua vida
Ah é? Tá, mas em qual direção? Pelo menos, talvez eu pudesse vislumbrar o que é isso...
Esqueceram de dizer para esse mané que horizonte é uma coisa que não se alcança.
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"Fim dos Empregos: o Contínuo Crescimento do Desemprego em Todo o Mundo JEREMY RIFKIN
Os Estados Unidos vêm passando pelo maior aumento de produtividade nos últimos cinqüenta anos, o mercado de ações está se recuperando e a economia está crescendo - mas os empregos continuam a desaparecer num ritmo alarmante, causando perplexidade a todos.
A economia global, segundo Jeremy Rifkin, vem testemunhando uma transformação fundamental na natureza do trabalho, e esta remodelará a civilização do século XXI.
Neste livro indispensável, perturbador e todavia esperançoso, Rifkin afirma que estamos adentrando uma nova fase na história - uma fase caracterizada pelo declínio contínuo e inevitável do nível de empregos. Computadores sofisticados, robótica, telecomunicações e outras tecnologias da Era da Informação estão rapidamente substituindo os seres humanos em praticamente todos os setores e mercados. Fábricas e empresas virtuais quase despovoadas assomam no horizonte. Embora o ascendente "setor do conhecimento" e novos mercados exteriores devam gerar uma nova safra de empregos, ela será muito reduzida para absorver as imensas quantidades de trabalhadores dispensados pelas novas tecnologias. Cada país terá de se ajustar e lidar com os milhões de pessoas cujo trabalho se torna cada vez menos necessário, quando não totalmente desnecessário, numa economia global progressivamente automatizada.
Repensar a natureza do trabalho será talvez o mais importante dilema a se impor à sociedade nas décadas vindouras. Rifkin alerta que o fim dos empregos pode constituir o colapso da civilização como a conhecemos, ou assinalar os primórdios de uma grande transformação social e um renascimento do espírito humano. "
Renascimento é???
Como diria um sujeito com que trabalhei: "Mundinho dimerda"...
3/18/2007
Acordei na frente do computador, com frio... 4 da manhã, eu entraria as 4:30... Nem banho havia tomado... Tempo recorde para banho/barba/vestir/dirigir e reanimar minha colega que estava congelada do lado de fora da loja...
As vezes durmo durante alguma conversa no MSN... "Oi como vc est ZZZZZZZZZZZZZZZZZZ" .
Pareço aquela girafa do desenho Madagascar: "acho que vou ZZZZZZZZZZZZZ".
Não tem relacionamento que possa nem sonhar em começar desse jeito...
É encostar e dormir... Vai ser bom de cama assim na PQP...
3/16/2007
Sobre o post a respeito de tatoos e piercings... E o fato de não gostar de usar nem mesmo relógio.
Certa vez estava almoçando com alguns colegas de trabalho, uma garota que era da minha seção e mais um rapaz que trabalhava no andar abaixo do nosso.
Ela fez uma referência que o levou a perguntar se eu era casado...
"Você é casado, e não usa aliança?".
"Não".
"Pois eu acho isso uma grande falta de respeito". E falou de forma mal educada.
"Não pedi tua opinião"... E tome porrada, foi pena para todo lado.
Nem precisa dizer que a amizade que já não era grande coisa foi por água abaixo, sujeito chato. Minha colega não sabia onde enfiar a cara, coitada, mas não deu para deixar passar.
Mania que algumas pessoas tem de julgar, condenar e executar em um instante, parece tribunal chinês. Não que eu não tenha ideias preconcebidas e preconceituosas (o tribunal chinês, as tatoos e os piercings são exemplo), mas jogar o que se pensa na cara da pessoa, isso não é legal e não ajuda a conservar os dentes no lugar.
Cada um que cuide de seu nariz (principalmente se tiver piercing).
Koyaanisqatsi Vida fora de equilibrio
Koyaanisqatsi: Life out of balance é um documentário lançado em 1983 dirigido por Godfrey Reggio com música do compositor Philip Glass.
É o filme mais conhecido da trilogia Qatsi, que é composta juntamente com as seqüências Powaqqatsi (1998) e Naqoyqatsi (2002).
A trilha sonora deste documentário possui grande importância pois o desenrolar tem a velocidade e o tom ditados por ela. Não existem diálogos e também não são feitas narrações durante todo o documentário.
São apresentadas cenas em paisagens naturais e urbanas, muitas delas com a velocidade de exibição alterada. Algumas cenas são passadas mais rapidamente e outras mais lentamente que o normal, criando juntamente com a trilha sonora uma idéia diferente da passagem do tempo. Vários dos efeitos apresentados se tornaram clichês usados em outros filmes e programas de televisão.
A palavra koyaanisqatsi tem origem na língua Hopi e quer dizer "vida desbalanceada", ou "vida louca". O significado é revelado ao final do documentário antes da apresentação dos créditos. No final do documentário são cantadas três profecias do povo Hopi em sua própria língua as quais também têm suas traduções apresentadas antes dos créditos.
O filme leva sua audiência a refletir sobre os aspectos da vida moderna que nos fazem viver sem harmonia com a natureza, bem como a pressão exercida pelas inovações tecnológicas que tornam o cotidiano cada vez mais rápido.
Na última Sexta-feira do Inverno, neve de montão.
Estava difícil para dirigir, se eu estivesse usando o gato, teria ficado pelo caminho...
3/15/2007
Recebi esse e-mail da Bruna, que recebeu de outra amiga, que recebeu de outra amiga...
Trocaram o matriarcado (sim, admitimos isso) pelo stress...
Se continuarem nessa tocada vão começar a ficar carecas e tendo de tomar Viagra...
DESABAFO DE UMA MULHER MODERNA
São 6:00h... O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede... Estou tão cansada... não queria ter que trabalhar hoje... Queria ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até... Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles, se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas... Aquário? Olhando os peixinhos nadarem... Se eu tivesse tempo... gostaria de fazer alongamento... Brigadeiro... Tudo menos sair da cama e ter que engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar. Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a infeliz matriz das feministas que teve a estúpida idéia de reivindicar direitos de mulher... queria saber PORQUE ela fez isso conosco, já que nascemos depois dela... Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós... Elas passavam o dia a bordar, trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando as crianças, freqüentando saraus, ENFIM, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária. Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã nem tampouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconsequentes com idéias mirabolantes sobre "vamos conquistar o nosso espaço"!!! Que espaço, minha filha??? Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo aos seus pés. Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, pra tudo!!! Que raio de direitos requerer ? Agora eles estão aí, são homens todos confusos, que não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como o diabo foge da cruz...(tá explicado!) Essa brincadeira de vocês acabou nos enchendo de deveres, isso sim. E nos lançando no calabouço da solteirice aguda. Antigamente, os casamentos duravam para sempre, tripla jornada era coisa do Bernard do vôlei - e olhe lá, porque naquela época não existia Bernard do vôlei. POR QUE ???..me digam POR QUE um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo? Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso. Tava na cara que isso não ia dar certo!!! Não agüento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, e que sapatos combinar, que acessórios usar... tão cansada de ter que disfarçar meu humor, que sair sempre correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido, resolvendo problemas que nem são meus!!! E como se não bastasse, ser fiscalizada e cobrada (até por mim mesma) de estar sempre em forma, sem estrias, depilada, sorridente, cheirosa, com as unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especializações (ufffffffffffffffffff!!!!!!!). . Viramos super mulheres e continuamos a ganhar menos do que eles... Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço? CHEGAAAAAAA!!!... Eu quero alguém que pague as minhas contas, abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela... Ai, meu Deus, já são 7:30,tenho que levantar!..., E tem mais, quero alguém que chegue do trabalho, sente no meu sofá, coloque os pés pra cima e diga "meu bem, me traz um cafezinho, por favor?", Descobri que nasci para servir. Vocês pensam que eu tô ironizando? To falando sério! Estou abdicando do meu posto de mulher moderna.... Troco pelo de Amélia. Alguém se habilita? Autora: uma Executiva P... da Vida)!!!!
3/13/2007
"Cientistas encontram provas de massacre na era Neolítica".
"LONDRES - Exames realizados em ossos encontrados em um cemitério pré-histórico indicam que eles pertenciam à vítimas de um massacre ocorrido na era Neolítica, de acordo com cientistas britânicos.
As descobertas sugerem que o período Neolítico foi mais violento do que se pensava.
Os restos mortais de 14 pessoas haviam sido encontrados nos anos 60 em Wayland’s Smithy, Oxfordshire. Mas tecnologias recentes permitiram que especialistas estabelecessem as datas dos ossos: entre 3590 a.C. e 3560 a.C. O estudo foi realizado pela organização English Heritage, com ajuda da Universidade de Cardiff e Universidade de Central Lancashire.
As vítimas – três delas provavelmente mortas com flechas – podem ter sido assassinadas em disputas por terras ou animais.
“Nós sabemos que uma pessoa foi atingida no abdômen porque encontramos a pequena ponta de uma flecha de pedra incrustada na pélvis”, disse Michael Wysocki, que participou do estudo. “Nós também sabemos que os corpos de duas pessoas foram parcialmente devorados e desmembrados por cães ou lobos antes que os restos fossem enterrados.” “Todas essas novas evidências sugerem que o período entre 3625 a.C. e 3590 a.C. pode ter sido de crescente tensão e reviravolta”, disse Wysocki. “Com essa pesquisa, nós podemos agora pensar no período Neolítico em termos de indivíduos e comunidades e fazer comparações úteis e reveladoras sobre as escolhas e comportamentos no passado remoto”, disse Alex Bayliss, da English Heritage.".
Em resumo: nunca saimos da época das cavernas...
Gosto dos textos do Lovecraft, e só agora me dei conta que o homem nasceu e viveu aqui perto:
Howard Phillips Lovecraft
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Howard Phillips Lovecraft (Providence, Rhode Island, 20 de Agosto de 1890 – 15 de Março de 1937) foi um escritor norte-americano celebrizado pelos seus livros de fantasia e terror, marcadamente gótico, enquadrados por uma estrutura semelhante à da ficção científica.
Durante a sua vida teve um número relativamente pequeno de leitores, mas a sua obra veio a tornar-se uma forte influência e referência em escritores de horror. Era assumidamente conservador e anglófilo, sendo por isso habituais no seu estilo os arcaísmos e a utilização de vocabulário e ortografia marcadamente britânicos.
Lovecraft foi o único filho de Winfield Scott Lovecraft, negociante de jóias e metais preciosos, e Sarah Susan Phillips, vinda de uma família notória que podia traçar suas origens diretamente aos primeiros colonizadores americanos, casados numa idade relativamente avançada para a época. Quando contava três anos, seu pai sofreu uma aguda crise nervosa que deixou sequelas profundas, obrigando-o a passar o resto de sua vida em clínicas de repouso.
Assim, ele foi criado pela mãe Sarah, por duas tias, e por seu avô, Whipple van Buren Phillips. Lovecraft era um jovem prodígio que recitava poesia aos dois anos e já escrevia seus próprios poemas aos seis. Seu avô encorajou os hábitos de leitura, tendo arranjado para ele versões infantis da Ilíada e da Odisséia, de Homero, e introduzindo-o à literatura de terror, ao apresentar-lhe clássicas histórias de terror gótico.
Lovecraft era uma criança constantemente doente. Seu biógrafo, L. Sprague de Camp, afirmou que o jovem Howard sofria de poiquilotermia, uma raríssima doença que fazia com que sua pele fosse sempre gelada ao toque. Devido aos seus prblemas de saúde, ele frequentou a escola apenas esporadicamente mas lia bastante.
Seu avô morreu em 1904, o que levou a família a um estado de pobreza, em decorrência da incapacidade das filhas de gerenciar os bens deste. Foram obrigados a se mudar para acomodações muito menores e insalubres, o que prejudicou ainda mais a já débil saúde de Lovecraft. Em 1908, ele sofreu um colapso nervoso, acontecimento que impediu-o de receber seu diploma de graduação no ensino médio e, consequentemente, complicou sua entrada em uma universidade. Esse fracasso pessoal marcaria Lovecraft pelo resto de seus dias.
Em seus dias de juventude, Lovecraft se dedicou a escrever poesia, mergulhando na ficção de terror apenas a partir de 1917. Em 1923, ele publicou seu primeiro trabalho profissional, Dagon, na revista Weird Tales. Sua mãe nunca chegou a ver nenhum trabalho do filho publicado, tendo morrido em 1921, após complicações em uma cirurgia.
Lovecraft trabalhou como jornalista por um curto período de tempo, durante o qual conheceu Sonia Greene, com quem viria a casar. Ela era judia natural da Ucrânia, oito anos mais velha que ele, o que fez com que sua tias protestassem contra o casamento. O casal mudou-se para o Brooklyn, na cidade de Nova Iorque, cidade que Lovecraft nunca gostou. O casamento durou poucos anos e, após o divórcio amigável, Lovecraft regressou a Providence, onde moraria até morrer.
O período imediatamente após seu divórcio foi o mais prolífico de Lovecraft, no qual ele se correspondia com vários escritores estreantes de horror, ficção e aventura. Entre eles, seu mais ávido correspondente era Robert E. Howard, criador de Conan o Bárbaro. Algumas das suas mais extensas obras, Nas Montanhas da Loucura e O Caso de Charles Dexter Ward, foram escritas nessa época.
Seus últimos anos de vida foram bastante difíceis. Em 1932, sua amada tia Lillian Clark, com quem ele vivia, faleceu. Lovecraft mudou-se para uma pequena casa alugada com sua tia e companhia remanescente, Annie Gamwell, situada bem atrás da biblioteca John Hay. Para sobreviver, considerando-se que seus próprios textos aumentavam em complexidade e número de palavras (dificultando vendas), Lovecraft apoiava-se como podia em revisões e "ghost-writing" de textos assinados por outros, inclusive poemas e não-ficção. Em 1936, a notícia do suicídio de seu amigo Robert E. Howard deixou-o profundamente entristecido e abalado. Nesse ano, a doença que o mataria (câncer no intestino) já avançara o bastante para que pouco se pudesse fazer contra ela. Lovecraft suportou dores sempre crescentes pelos meses seguintes, até que em 10 de março de 1937 viu-se obrigado a se internar no Hospital Memorial Jane Brown. Ali morreria cinco dias depois. Contava então 46 anos de idade.
Howard Phillips Lovecraft foi enterrado no dia 18 de março de 1937, no cemitério Swan Point, em Providence, no jazigo da família Phillips. Seu túmulo é o mais visitado do local, mas passaram-se décadas sem que seu túmulo fosse demarcado de forma exclusiva. No centenário de seu nascimento, fãs norte-americanos se cotizaram para inaugurar uma lápide definitiva, que exibe a frase "Eu sou Providence", extraída de uma de suas cartas.
H. P. Lovecraft e as criaturas de Cthulhu, por ele criadas
Muitos dos trabalhos de Lovecraft foram diretamente inspirados por seus constantes pesadelos, o que contribuiu para a criação de uma obra marcada pelo subconsciente e pelo simbolismo. As suas maiores influências foram Edgar Allan Poe, por quem Lovecraft nutria profunda afeição, e Lord Dunsany, cujas narrativas de fantasia inpiraram as suas histórias em terras de sonho. Suas constantes referências, em seus textos, a horrores antigos e a monstros e divindades ancestrais acabaram por gerar algo análogo a uma mitologia, hoje vulgarmente chamada Cthulhu Mythos, contendo vários panteões de seres extradimensionais tão poderosos que eram ou podiam ser considerados deuses, e que reinaram sobre a Terra milhões de anos atrás. Entre outras coisas, alguns dos seres teriam sido os responsáveis pela criação da raça humana e teriam uma intervenção directa em toda a história do universo.
A expressão Cthulhu Mythos foi criada, após a morte de Lovecraft, pelo escritor August Derleth, um dos muitos escritores a basearem suas histórias nos mitos deste. Lovecraft criou também um dos mais famosos e explorados artefactos das histórias de terror, o Necronomicon, um fictício livro de invocação de demônios escrito pelo, também fictício, Abdul Alhazred, sendo até hoje popular o mito da existência real deste livro, fomentado especialmente pela publicação de vários falsos Necronomicons e por um texto, da autoria do próprio Lovecraft, explicando a sua origem e percurso histórico. 3/11/2007
Em tempos de BB - Bush Brazil - Piada sobre capitalismo recebida aqui dos primos do Norte...
CAPITALISMO IDEAL:
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. Eles se multiplicam, e a economia cresce.
Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!
CAPITALISMO AMERICANO:
Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.
CAPITALISMO FRANCÊS:
Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.
CAPITALISMO CANADENSE:
Você tem duas vacas.
Usa o modelo do capitalismo americano.
As vacas morrem.
Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.
CAPITALISMO JAPONÊS:
Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite.
Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.
CAPITALISMO ITALIANO:
Você tem duas vacas.
Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!!!
CAPITALISMO ENRON :
Você tem duas vacas.
Vende três para a sua companhia de capital aberto usando garantias de crédito emitidas por seu cunhado.
Depois faz uma troca de dívidas por ações por meio de uma oferta geral associada, de forma que você consegue todas as quatro vacas de volta, com isenção fiscal para cinco vacas.
Os direitos do leite das seis vacas são transferidos para uma companhia das Ilhas Cayman, da qual o sócio majoritário é secretamente o dono.
Ele vende os direitos das sete vacas novamente para a sua companhia.
O relatório anual diz que a companhia possui oito vacas, com uma opção para mais uma.
Você vende uma vaca para comprar um novo presidente dos Estados Unidos e fica com nove vacas.
Ninguém fornece balanço das operações e o público compra o seu esterco.
CAPITALISMO BRITÂNICO:
Você tem duas vacas. As duas são loucas.
CAPITALISMO HOLANDÊS:
Você tem duas vacas.
Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.
CAPITALISMO ALEMÃO:
Você tem duas vacas.
Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa.
Mas o que você queria mesmo era criar porcos.
CAPITALISMO RUSSO:
Você tem duas vacas.
Conta-as e vê que tem cinco.
Conta de novo e vê que tem 42.
Conta de novo e vê que tem 12 vacas.
Você para de contar e abre outra garrafa de vodca.
CAPITALISMO SUIÇO:
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.
Você cobra para guardar a vaca dos outros.
CAPITALISMO ESPANHOL:
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.
CAPITALISMO PORTUGUÊS:
Você tem duas vacas.
E reclama porque seu rebanho não cresce...
CAPITALISMO CHINÊS: Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas.
Você se gaba de ter pleno emprego e alta produtividade.
E prende o ativista que divulgou os números.
CAPITALISMO HINDU:
Você tem duas vacas.
E ai de quem tocar nelas.
CAPITALISMO ARGENTINO: Você tem duas vacas.
Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês.
As vacas morrem.
Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.
CAPITALISMO BRASILEIRO:
Você tem duas vacas.
Uma delas é roubada.
O governo cria a CCPV- Contribuição Compulsória pela Posse de Vaca.
Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais.
A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presumia que você tivesse 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo....
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