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10/28/2006 Eita mundãoAcho que estou começando a ficar velho (só começando), isso aí embaixo que achei xeretando (como sempre) nunca foi visto nos meus tempos de Interlagos...
Diga-se de passagem, íamos sempre com agasalhos, o tempo alí muda rapidamente devido as represas.
Iriam se dar mal.
Horário de VerãoAmanhã termina o horário de Verão aqui.
Já não era sem tempo, hoje de manhã, com chuva, começou a clarear quase as 8:00.
Horário de Verão começa na Primavera e termina no Outono. Pode?
Aliás, choveu o dia todo, com vento, difícil até para dirigir na High Way.
E, quando começar o horário de Verão no Brasil, teremos uma diferença de 3 horas nos horários.
10/25/2006 Carlos morreuSerá que não tinham outro nome para dar ao cabrito?
"Jornal Nacional RIO - Após sete anos de estudos, cientistas da Universidade Estadual do Ceará, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, conseguiram produzir o primeiro caprino geneticamente modificado da América Latina.
A intenção era produzir leite que ajuda no tratamento de doenças como câncer e Aids.
Cabras com boa produção de leite foram selecionadas para a experiência. Seus embriões foram retirados e, em laboratório, receberam um gene humano responsável pela produção de uma proteína que age no sistema imunológico.
Em apenas um, dos 14 animais gerados a partir desses embriões, a experiência deu resultado.
No entanto, “Carlos”, como foi batizado, morreu 17 dias depois de nascer, por uma inflamação nos rins - não relacionada com a pesquisa.
O processo ainda precisa passar por testes clínicos, mas os pesquisadores envolvidos estão confiantes de que podem oferecer remédios baratos e eficientes para a população com a técnica.".
E como é que um cabrito poderia dar leite? Me contem...
O que era doce, se acabouA paixão se foi
A ilusão acabou
O sonho morreu
Não consigo escrever mais
10/22/2006 TirasDei carona para um colega ontem, parei na frente de um posto de gasolina que estava fechado (quase 3:00 da manhã). Quando estava voltando para a rua, passa um carro de polícia e joga no meu rosto aqulela lanterna manual fortíssima... Polícia tem aos montes aqui.
Passei pelo centro da cidade, ponto de drogas, curiosamente, ali você não os vê. Por que será?
Contei ao todo, 7 carrros na volta para casa. Os que eu vi, mas tem alguns que andam a paisana, com chapas frias.
Vinha pela High Way outro dia, no limite de velocidade; passou por mim um carro esporte e, vindo mais rápido que ele, um Cadilac; encostou na traseira e ligou as lâmpadas estrobo, parecia uma discoteca. Para sorte do sujeito, foi somente um aviso. O carro era totalmente camuflado. Mas um Cadilac? Pode isso?
Estão fazendo o serviço deles, sim. Mas, tem muitos trabalhando... Você se sente vigiado o tempo todo. Talvez seja esse o preço da liberdade.
Não sei exatamente o que se passa na cabeça das pessoas, se você parar mais que alguns minutos para verificar um mapa, procurando alguma rua, pode ter a certeza que algum carro patrulha foi acionado.
Eu evito até de fotografar, máquinas fotográficas não são bem vistas.
Já precisei da ajuda de um policial aqui, mas isso é história para outro dia.
10/21/2006 O Tempo é relativoUm ano parece pouco, foi ontem...
Seis meses, uma eternidade.
As margaridas ressecaram na última Primavera.
LinksFormamos estranhas ligações em nossa vidas.
Eu tive vários cachorros... Todos especiais, em suas diferenças, todos viralatas , nenhum foi treinado. Cães seguem a personalidade do dono, cães violentos para donos idem. Não era o nosso caso.
O último, um fila tigrado tamanho M (de monstro - 59 cm de circunferência no pescoço), o Titã. Eu o peguei com cerca de 6 meses de idade com um colega, que tinha 3 em um quintal pequeno.
Como o dono, com uma coluna que vez ou outra incomodava (incomoda, mas sem chance, só na próxima encarnação).
Ele não entrava em casa, só se fosse chamado para dentro, parava na porta; quando estava em casa, eu deixava a porta aberta, ninguém se aventuraria a entrar com aquele bicho por lá.
Certa vez, ele sumiu, procurei dentro de casa, nos corredores laterais, o quintal de baixo havia sido limpo, não tinha onde se esconder, e o portão estava fechado (não trancado), subi e desci, fui e voltei. Em uma última varredura quando passo em direção ao portão, passo pelo Titã, esparramado ao Sol, me olhando com aquela cara de "o que esse maluco está procurando?". Devo ter passado por ele umas 3 vezes e nem se mexeu. Como era tigrado, não o percebi no chão de terra...
O que ele detestava, era água... Chuva e banho não eram com ele. (Antes que alguém pergunte, eu gosto de banho - tomo quase todos os Sábados).
Não podia ouvir o microondas funcionando, achava que a comida era para ele...
Outra vez, caiu no chão liso da casa de minha mãe, ficou ruim, o levei de volta para casa, chão rústico, e nada do bicho voltar a andar. O veterinário já estava desistindo, gastei uma nota preta, não queria sacrificar o Titã, mas deixá-lo sofrer... A Gabi me sugeriu que desse um remédio que tomavamos vez ou outra quando nos machucavamos na academia (remédio bobo, barato sem contra indicações). E ele voltou a andar...
O curioso - toda vez que eu ficava doente, ele também ficava. Nossas "doenças" se restringiam a coluna. Quando eu ficava ruim, ele também ficava. Isso se estendeu para aqui também.
Tomei um tombo por causa do gelo, bem tomado, bati forte a costa, cabeça, fiquei zonzo, não sabia nem onde estava.
Liguei no fim de semana para minha mãe, ela me disse que o Titã não estava bem, havia caido na escada. Perguntei se havia sido na Terça-feira anterior, ela confirmou. E conhecia o nosso histórico. Queria saber se eu havia me machucado muito, porque ele não estava nada bem.
Dessa vez, não levantou mais e teve de ser sacrificado, estava sofrendo demais...
Foi um dos mais mansos que tive.
10/16/2006 OutonoEstamos com apenas um mês de Outono, e a temperatura já andou passeando pelo lado negativo da escala.
Quando sai no Sábado (4:00 da manhã), o carro estava todo branco, e a temperatura estava pouco abaixo de 0 C.
Já procurei o protetor labial e comecei a fazer o estoque de leite condensado (Moça, lógico).
10/13/2006 NinaNina era o nome de nosa locadora.
Por acaso era o nome da minha cachorra, uma fila preta com estrela branca no peito, enorme. Mas uma dama, diferente da Ingrid a doberman.
Uma das coisas que gostava de fazer era sair a procura de filmes, garimpava, por assim dizer filmes nas lojas que revendiam filmes. Achava algumas preciosidades que infelizmente as pessoas não estavam interessadas em ver. Filmes como Casablanca, O Anjo Azul, Verão 42, Gilda, todos praticamente sem uso. Esses eu guardei.
O que as pessoas queriam eram lançamentos, por mais estúpidos e de baixa qualidade que fossem os filmes, eram esses que saiam. Se um filme fosse colocado como catálogo, ali ficaria... A jogada então, era colocar filmes que eram desconhecidos como lançamento. O pessoal não saia decepcionado, porque os filmes eram escolhidos a dedo para serem colocados nas prateleiras.
E saiam diálogos muito interessantes:
- Vocês tem algum lançamento novo?
- ...
Um ou outro cliente eram mais conhecedores. Certa vez comprei um filme e não tive tempo de dar uma olhada. No elenco estava uma moça que tentou fazer filmes sérios, era atriz pornô e aparecia inclusive na capa da fita. O cliente comentou:
- O filme tem a fulana, ela é uma atriz pornô...
- Ah, não se preocupe, ela deve morrer nos primeiros 5 minutos de filme.
Meu pai estava comigo naquele dia, assim que o cliente saiu, ele me disse que a moça morria na primeira cena em que aparecia... Ô boca a minha.
Era uma loja pequena, no começo foi bem, mas com o tempo, os clientes começaram a usar do "clubinho", uma pessoa alugava algumas fitas, ficava o fim de semana com elas, e várias pessoas assistiam, era comum um alugar e outro vir devolver. Não há comércio que sobreviva com clientes desse tipo.
Ou queriam pagar menos porque a loja era pequena.
- Mas é o mesmo preço da Verão (Verão 42, loja na região da Lapa), aquela é uma loja grande.
A fita era a mesma, a loja grande comprava com prazo para pagamento, ao passo que lojas pequenas pagavam a vista. Estupidez.
Certa vez havia trazido um lote de fitas na Sexta-feira, e no Sábado, para um cliente morador do bairro.
- Você tem a fita "Tal"?
- Acabei de alugar, mas tenho esta, esta e esta que acabaram de chegar.
- Essas eu já peguei na AlexVideo (outra grande da época), queria a "Tal".
Quer dizer, parou na minha loja, que era do bairro, somente porque não achou determinada fita. Cliente de sutileza elevada, tanto quanto um elefante amarelo com chifres dentro de uma loja de cristais Murano.
Fdp...
Essas coisas aliadas a preços cada vez mais altos (e em dolar) das fitas fez com que desistíssemos da coisa. Pena, era uma coisa que gostava de tocar.
Quase InvernoQuase Inverno
O Inverno se aproxima, E o frio da solidão. Sentimento que alucina. Aperta o coração.
Sufoca o peito, Ânsia de colo e carinho, Que me deixa sem jeito, Resultado de ser sozinho.
Parece, este será pior, Estão cada vez mais extensos. A solidão cada vez maior. E olhar para dentro mais propenso.
É parte de um caminho escolhido, Mesmo que de forma sofrida. E esse êxtase incontido, Uma esperança de vida.
J Carlos Favoretto 21 Outubro 2004
Da serie: Brumas
TransmutaçãoPequenas Aves
Acolho amores, Como pequenas aves Com espinhos nas asas.
Retiro o espinho, Cuido da ferida, Alimento e dou carinho.
Quando estão fortes no espírito, Como pequenas aves fugidias, Partem sem olhar para trás.
O último foi um pequeno colibri. Quanto aos espinhos... Ficam cravados no meu coração,
J Carlos Favoretto 21 Julho 2004
Da serie: Azul
Nem só de pequenas aves , Meu coração fica com espinhos. Flamingos graciosos Também conseguiram feri-lo.
10/12/2006 Pulando de um assunto para outroPor falar em pulgas...
Os japoneses, antes de terminar a Segunda Guerra, estavam testando uma bomba de pulgas.
Funcionaria assim:
Colocariam uma quantidade de pulgas contaminadas com peste bubônica dentro de "bombas" que pudessem ser jogadas de baixa altitude. A "bomba" deveria abrir quando tocasse o solo.
Pulgas famintas e suicidas. A peste é transmitida por uma bactéria (http://pt.wikipedia.org/wiki/Yersinia_pestis), elas se alojam no tubo digestivo da bichinha, ela não pode se alimentar, mas faminta ataca o maior número de vítimas possível.
- Olha um chinês ali...
- Morde...
- Não deu em nada, era amarelo, talvez não tivesse sangue, anêmico.
- Vamos para os Estados Unidos, o povo é mais gordo, sangue rico em colesterol, mas pelo menos morreremos felizes. Tem um avião japonês que vai para a Califórnia. Com sorte pegaremos uns hispanos também...
Fizeram testes na China (mais um motivo para chineses não gostarem de japoneses?). Estavam previstos ataques na Califórnia, mas os americanos chegaram antes em Hiroshima e Nagasaqui.
Os cientistas e técnicos japoneses envolvidos no projeto, foram mandados para os EUA, para trabalharem em projetos de armas biológicas e químicas...
Que mundinho o nosso.
Pelo jeito, na guerra vale tudo mesmo...
10/11/2006 Show room?Sei lá se já postei isto antes, mas vá lá...
Estou em casa certo dia, e toca o celular, era a Gabi, a dona da academia onde eu trabalhava.
- Tio, tá fazendo o que?
- Fala logo o que você quer...
- Vamos comigo até um show room comprar alguns equipamentos?
- Preciso fazer algo primeiro, daqui 1 hora passo aí...
Fomos, o tal show room ficava na estrada que vai para Indaiatuba.
- Não tinha um lugar mais longe para comprar equipamento?
- É que lá ele paga menos aluguel (nunca descobri quem era esse ele).
O "show room" era no meio do mato, tivemos de perguntar para o dono de uma banca que vendia frutas na beira da estrada se conhecia o tal sujeito.
O "show room" era um galpão (um celeiro) antigo com chão de tijolos. Havia material e poeira para todo o lado, e aquele cheiro característico de aço e material de solda.
Ele, que deveria estar nos esperando, não estava, e fomos atendidos por um caseiro. Olhamos o que o sujeito fabricava, ele também revendia equipamentos usados. Resumindo, era uma bagunça geral.
Material frágil, solda ruim.
Eu estava xeretando, e achei estranho um pó branco que estava no chão, e dei com um caixa sobre uma bancada - pó anti-pulgas. Não me aventurei mais.
A Gabi sismou com umas bikes antigas que estavam em um canto.
- Tio, venha ver essas bikes.
- Estou vendo daqui.
- São antigas, mas eram boas.
- Acredito.
- Vem ver.
- Estou bem aqui.
Ela ficou de ligar para o sujeito e fomos embora.
- Por que você não quis chegar perto das bikes?
- Muita poeira.
- Tinha, mas e daí?
- Pulgas adoram poeira.
- Pulgas?
- É, não viu aquele pó branco no chão? Era pó para matar pulgas.
- Não brinque.
- Não estou brincando.
- Só de você falar já fico incomodada.
- Tia... O que é isso em sua meia?
- Ahhhhhhhhhh, tio, minhas meias estão cheias de pulgas...
Meias brancas, pulgas adoram coisas brancas.
A Gabriela andava sempre com uma bolsa onde levava metade da academia com ela, jogou os tênis em uma sacola e as meias pulguentas em outra (que foi para o lixo).
Joguei uma folha branca no chão do carro, qualquer pulga que ali estivesse se alojaria ali (perguntem para as pulgas o porque disso).
Não compramos nada do sujeito.
Show room, sei...
10/7/2006 Batendo na mãeTrabalhavamos na Vila Mariana, e a nossa dificuldade era para almoçar...
O pessoal começou a almoçar na empresa, recebendo marmitex de uma cozinha que tinha ali perto.
Arrisquei também, recebi a comida naquele dia, e falei com o rapaz que era dono da cozinha.
Quando sentei para almoçae, na minha marmitex havia um cabelo... Gozação geral, porque era sempre comigo. No dia seguinte, quando falei com o rapaz, comentei o ocorrido:
- Você precisa bater no cozinheiro.
- A cozinheira é minha mãe.
- Então vai precisar bater nela.
- Por que?
- Havia um cabelo na minha comida.
Esclarecido o ocorrido e dadas as desculpas (ele, eu não me desculpei por querer bater na mãe dele), sentamos para almoçar e o pessoal gozando a minha cara:
- E aí Favoretto? Tem mais algum cabelo na sua comida hoje?
Abri a marmitex e a empurrei para o meio da mesa.
- Se isso aí não for um cabelo, então não sei o que é.
Nunca mais pegamos comida com ele, mas não batemos na mãe do sujeito, ele deve ter feito isso por perder vários clientes de uma única vez.
Comida difícilNa Quarta-feira, fui com um amigo almoçar/jantar em um restautante brasileiro.
Chegamos, e estava apagado, o carro do chefe dos bombeiros estacionado ali perto.
- Está escuro, será que está aberto?
- Vamos ver...
Entramos e como conhecemos o pessoal:
- Como é, botaram fogo no restaurante de novo?
- É rapaz, pegou fogo em volta da coifa...
Eu falei na brincadeira, pensei que estavam sem luz por algum outro motivo, esse restaurante pegou fogo há algum tempo atrás e ficou um bom tempo fechado. Provavelmente vão ter dificuldades para reabri-lo novamente.
Fomos em outro restaurante, desta vez americano, e não é que achei um cabelo na comida? É sempre comigo, talvez porque eu olhe para ela o tempo todo...
CavaquinhoSegundo meu filho, o cavaquinho é o instrumento musical preferido dos pagodeiros.
Dá para tocar algemado...
Não sei a quem puxou.
10/6/2006 ElvisEstava fuçando por aí e achei isto:
Nome Completo: Elvis Aaron Presley
Natural de: Tupelo, Mississipi, EUA Nascimento: 8 de Janeiro de 1935 Falecimento: 16 de Agosto de 1977. Meu pastor alemão morreu no mesmo dia, cheguei da escola e fiquei sabendo que o Rex havia morrido, envenenado. Seu irmão gêmeo faleceu ao nascer. Imaginem a dupla sertaneja que poderiam ter formado... Li em algum lugar que ele costumava ir ao cemitério conversar com o irmão. O cabelo de Elvis Presley originalmente era loiro. Difícil de imaginar isso. Era faixa preta em karatê. O movimento que fazia com a pelvis lhe deu o apelido "Elvis, the pelvis", o qual Elvis Presley odiava. Recursou a oferta de estrelar "Nasce uma Estrela" (1976) no papel que acabou sendo de Kris Kristofferson devido ao seu empresário, que não o queria atuando em um filme o qual ele não fosse o primeiro nome na lista de créditos. Vendeu mais de 1 bilhão de álbuns em todo o planeta, sendo até hoje o artista que mais vendeu discos/CDs na história da música.
O cara era simplesmente bom...
10/5/2006 OrkutSó ali mesmo que eu posso ler uma dessas:
Sorte de hoje:
Você nunca mais vai precisar se preocupar em ter uma renda estável. Será que ganhei em alguma loteria e não estou sabendo?
Se ganhei, volto para o Brasil...
Talvez não, aqui dificilmente seria sequestrado por pouco dinheiro...
Ô dúvida, nem ganhei e já não sei o que fazer com o dinheiro e a mudança que ele traria para minha vida.
Aliás, eu não gosto de dinheiro...
Gosto de carros, motocicletas, boa comida (volto para o Brasil), vinhos, etc etc etc.
Quem precisa de inimigos?O mesmo japonês do "dia da eleição" foi comigo certa vez para uma abertura de trabalhos. Fiz todo recolhimento de documentos necessários, normas,etc; mas não haviamos combinado como seria a minha introdução nos serviços, já que eu seria o responsável.
Normalmente divide-se uma apresentação, ou seja, faz-se um teatro.
- Nós não combinamos o que faremos na reunião.
- Nom se preocupa,né, Eu falo...
- Certo, mas e se eles se dirigirem diretamente a mim? Não estou totalmente a par da extensão da coisa.
- Nom se preocupa, né, eu falo com eles.
- Não estou tranquilo para essa reunião.
Começamos a reunião, as apresentações, troca de cartões, e quando o cliente perguntou como seria o andamento dos serviços, o meu sócio/diretor saiu-se com essa: "Favoretto vai ser responsável, né? Favoretto fala agora, né?".
Grande fdp...
Saiu tudo de improviso, falei rápido e apresentando os documentos de forma a não dar muito tempo para eles pensarem, felizmente o cliente era meio tolo e despreparado.
Minha vontade era de chapar a orelha do japonês ali mesmo.
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